Instrumentos - O BASTÃO (Cajado)

Dando seqüência a série sobre Instrumentos, vou citar trechos de dois livros que eu já lí que falam do Bastão ou Cajado.

O bastão é a varinha numa versão mais longa. Todos nós já vimos feiticeiros portanto bastões. (O personagem Gandalf de "O Senhor dos Anéis", por exemplo).


O Guia da Tradição WICCA para Bruxos Solitários - Raymond Buckland
O bastão é a varinha numa versão mais longa. Todos nós já vimos feiticeiros portanto bastões. (O personagem Gandalf de "O Senhor dos Anéis", por exemplo). Antigamente, o bastão era um instrumento muito útil, usado com dois propósitos. Ele podia ser usado não apenas como instrumento mágico, mas também como uma espécie de cajado usado em caminhadas (sem falar na sua utilidade como cassetete, para proteção). Hoje, como a maioria de nós não costuma fazer caminhadas, o bastão não tem mais tanta serventia. Mesmo assim, há quem substitua a varinha ou a espada pelo bastão, na hora de fazer ou consagrar círculos mágicos. Esse é outro instrumento que merece ser bem decorado e marcado com sinais ou sigilos mágicos.
Bastão de Bune - Enciclopédia da Bruxaria - Doreen Valiente
Esse é o anigo nome escocês dado para qualquer coisa que a bruxa usava para voar. Ao contrário da crença popular, o instrumento dos voos lendários das bruxas pelos ares não era de forma alguma um cabo de vassoura. As primeiras explicações geralmente se referem à uma varinha ramificada, ou simplismente um pedaço de pau, e é dado a bruxa quando ela é iniciada, junto com um recipiente com um óleo, o produto de unção das bruxas. Um dos primeiros escritores sobre bruxaria cujo livro foi impresso, foi Ulrich Molitor, um professor da universidade de Constance. Se o livro, De Lamiis (Sobre as Bruxas), foi publicado em 1489, e traz seis xilogravuras muito curiosas e de certa cativantes. Uma delas é a antiga figura conhecida de um livro impresso de bruxas voando. Ela mostra três, usando máscaras de animais fantásticos, e dividindo um mesmo apoio ramificado, no qual elas estão pairando sobre o campo.
A incidência desse apoio ramificado como um bastão ou vara de bune é interessante, receberam o titulo de Trívia, "das três formas", e suas estátuas ficavam em lugares onde três estradas se encontravam. O apoio ramificado poderiam muito bem simbolizar isso, e assim ser usado no ritual das bruxas, principalmente aquelas que nasciam em lugares selvagens e desolados. A tasneira amarela é uma dessas plantas; e existe um ditado em Isle of Man, "É errante a bruxa que nunca voou em uma tasneira".

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